27 de julho de 2014

Sobre relacionamentos...

O que me inspirou a escrever hoje veio deste trecho do livro Um sorriso ou dois - Frederico Elboni:
"As pessoas têm muitas dúvidas: será que é uma boa namorar? Será melhor curtir por enquanto? Com isso, elas esquecem a coisa mais importante da vida: aproveitar o momento. Você não vai morrer com 30 anos, então eternize cada segundo, sinta o que tem que ser sentido e deixe rolar. O resto a vida faz.
(...) Pessoas vêm e vão e quem fica é você, com suas lembranças e a consciência de quem fez o que deveria ter feito. Então relaxe, você está no caminho certo. Basta lembrar que encontramos a felicidade plena quando nos apaixonamos, não por alguém, mas pela vida."

Desde os meus 16 anos eu namoro, entre um namoro e outro sempre veio um prazo curto de solteira, até então nunca reclamei, pois para mim, ter alguém do meu lado sempre foi melhor do que estar solteira. Machuquei corações, e me machuquei também, mas até aí, faz parte da vida...
Vai fazer um mês que estou solteira novamente e o motivo real dessa solteirice cabe estritamente a mim e ao meu ex-namorado, não me sinto na obrigação de falar nada a ninguém, mesmo porque conhecendo as pessoas como eu conheço, sei que elas jamais entenderiam nossos motivos, mas eu e ele entendemos e isso nos basta.

Esse mês, fiquei pensando em meus 3 namoros de verdade e vi como o modo no qual eles terminam, me influenciaram no modo que vejo minhas relações passadas atualmente.

Meu primeiro namorado foi uma paixão avassaladora, um amor bem cego, mas depois de descobrir todas as traições, todas as mentiras que até hoje ele nega ter feito (mesmo com provas e testemunhas dos fatos), se eu parar para pensar em como foram aqueles 18 meses ao lado dele, eu não consigo lembrar momentos realmente felizes, não consigo sorrir por eles e ainda não entendo como ainda tivemos casos alguns anos depois, mas Deus sabe o que faz e meus olhos foram abertos antes de que eu mergulhasse em uma pseudo-felicidade novamente.
O segundo namorado veio para eu tentar esquecer o primeiro, mas nunca combinamos de fato sentimentalmente falando e até hoje, mesmo mantendo uma amizade, aprendi com ele que jamais podemos tentar substituir pessoas. Foi um relacionamento complicado, cheio de dificuldades e no final, mais nos machucamos do que nos amamos de fato. Guardo momentos bons, guardo a amizade e deste relacionamento só posso dizer que foram 12 meses de muita lição.
E o terceiro, que foi na verdade o quarto, foi uma coisa meio louca. Nesse caso eu estava totalmente livre para poder de fato amar alguém e quem diriam hein! Que logo você, conhecido de tanto anos iria me namorar.
Ao seu lado eu vivi os melhores 2 anos da minha vida, com você posso dizer que fui feliz, que amei, fui totalmente sua. Sua amiga, namorada, amante, confidente, menina e mulher.
Foi o namoro mais sincero de todos porque vc sabia de tudo, seja das minhas conversas com outras pessoas até mesmo meu medos mais profundos. Ao seu lado aprendi a ser mais eu, a fazer o que quero sem ter medo de julgamentos alheios (ok, ainda to lidando com os julgamentos alheios rsrs), aprendi que a vida tem que ser vivida e não devo ser espectadora dela.
Aí você me pergunta: " Ué??? Se foi tão lindo assim por que acabou???" E eu apenas respondo, porque na vida nem tudo é como a gente quer. Entre os motivos o fato de eu ser muito focada na minha faculdade contribuiu pro termino, mas nossos motivos mais fortes, como eu disse antes, só pertence a nós, e não tem nada de escandaloso, nós apenas preferimos guardar isso pra gente.

Relacionamento é uma coisa complicada, mas cabe a nós guardarmos o que nos edifica quando ele acaba. E em um próximo relacionamento não jogar as mágoas deste último no novo que esta vivendo.

E hoje posso dizer que tenho minha consciência tranquila, porque pra mim, não fiz nada de errado, só fui eu e mesma, e a gente precisa aprender a lidar melhor com nos mesmos ;)

7 de julho de 2014

"Não se pode desperdiçar a vida dando voltas"

"Todavia, caros jovens, o coração do ser humano aspira coisas grandes, valores importantes, amizades profundas, laços que se reforçam nas provações da vida, ao invés de romper-se. O ser humano aspira amar e ser amado: essa é a nossa aspiração mais profunda.
A cultura do provisório não exalta a nossa liberdade, mas nos priva do nosso verdadeiro destino, das metas mais verdadeiras e autênticas. É uma vida em pedaços. É triste chegar a uma certa idade, olhar o caminho que fizemos e descobrir que foi feita em diferentes pedaços, sem unidade, sem definição: tudo provisório.
Não deixem que lhes seja roubado o desejo de construir na vida de vocês coisas grandes e sólidas! É isso que nos leva adiante. Não se contentem com pequenas metas! Aspirem à felicidade, tenham coragem, a coragem de sair de vocês mesmos, de arriscar plenamente o futuro de vocês junto a Jesus. Ele nos ama definitivamente, escolheu-nos definitivamente, doou-se definitivamente a cada um de nós. É nosso defensor e irmão mais velho e será nosso único juiz."
Papa Francisco
Sem mais!

6 de julho de 2014

Não tenha medo de se molhar...

O que eu vou publicar aqui, é parte do texto Moça, não tenha medo de ficar molhadinha do Ricardo Coiro do Blog Entenda os Homens. Que é um blog incrivel.

"Eu sei que a chuva estraga a chapinha. Sei, também, que nem toda maquiagem é à prova de água. Porém, quando a mulher, para manter o penteado intacto e a roupa higienizada, não se solta e passa a evitar qualquer possibilidade de diversão, eu, Ricardo Coiro, acho uma puta chatice.
Vaidade é importante, claro que é! Mas, em alguns momentos, em prol da construção de uma boa memória, ela precisa ser deixada de lado, esquecida.
Não estou exigindo que as moças mergulhem, sorrindo, em rios cheios de sanguessugas famintas. Também não estou propondo que a vaidade feminina seja completamente extinta. Nada disso! Apenas quero deixar aqui, neste texto, a minha admiração por mulheres que, quando o momento pede, deixam o cabelo bagunçar, o suor escorrer e a maquiagem borrar. Gosto – e muito! – das mulheres que, na hora do amasso, não estão nem aí para a camisa que acabou de ser passada. Estão me entendendo?
(...) Como bem disse o comercial do Omo: “Se sujar faz bem!”. Despentear-se também. Borrar-se também. Ficar totalmente amassada também. Mil vezes pior do que uma mulher com o penteado bagunçado, acredite, é uma moça que diz “não” a todos os programas capazes de tirar os fios de cabelo do lugar. Como namorar uma mulher que fará um escândalo a cada chuva inesperada? Como? Como manter uma relação com uma moça que, só para não lascar a unha, dirá “não” quando você convidá-la para experimentar a adrenalina do rafting? Como se divertir ao lado de uma fêmea que, para não amassar a roupa, não entra em montanha-russa? Não é nada fácil. Gente assim fode o rolê!
Moças do meu Brasil, por favor, saibam que nós, homens, não ligaremos caso o cabelo de vocês, do nada, deixe de ser liso. Não estamos nem aí se a sua camisa ficar amassada como a de um bêbado. De verdade! Saibam, também, que adoramos quando vocês deixam a frescura de lado e aceitam nos beijar sem a presença de um guarda-chuva. É sério. A lama, com certeza, sairá da sua pele, mas a impressão ruim que vocês passam quando dizem “não” em nome de um penteado, acredite, impregna mais do que graxa."
Eu estava pensando exatamente nisso hoje. Às vezes é preciso arriscar, se sujar, se sujeitar a coisas que você jamais faria sozinha, mas que hoje você vai fazer só pra fazer aquela pessoa sorrir ,e claro, fazer você rir também. Isso leva a lembranças que serão alvos para boasrisadas no futuro.
Como é bom quando você precisa trocar o forro da cama porque vocês fizeram amor até suar. Quando naquele momento só importava o sentimento, o suor dele na sua pele, o seu suor na pele dele. A respiração ofegante dos dois... O corpo de um enroscado no corpo do outro, aquele soneto realizado pelos dois corpos, em um amor gangorra que vai e que vem...
Como é bom quando os olhares se entendem, e o o beijo se encaixa.

É bom amar.
É bom viver com esse sentimento. Com reciprocidade.
É bom se permitir uma loucura. Se despentear faz bem pra pele, pra alma...Pra vida!
Como eu já disse anteriormente... Enlou-cresça! ;)